
Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, Portugal dá a independência a todas as suas províncias ultramarinas. Macau torna-se uma excepção, só terá a desvinculação ao país colonizador a 20 de Dezembro de 1999, tornando-se uma RAE (Região Administrativa Especial) da Republica Popular da China.
A China foi quem rejeitou a transferência imediata, pedindo que esta fosse feita gradual e harmoniosamente entre Portugal e China. Durante as negociações Macau redefiniu-se como território chinês sob administração portuguesa. O documento "Declaração Conjunta Sino-Portuguesa sobre a Questão de Macau", assinado no dia 13 de Abril de 1987, tem enumerados compromissos entre os dois países para Macau, entre os quais a garantia de uma grande autonomia futura e a conservação das especificidades da RAEM durante 50 anos.
Durante os anos de transacção ocorreram muitas reformas. Reestruturou-se o sistema político-administrativo de Macau. A Guarnição Militar Portuguesa retirou-se de Macau em 1975. Em 1976 surge o Estatuto Orgânico de Macau, um novo modelo político, em oposição ao modelo colonial, centrado no Governador. “Nesse mesmo ano, em consequência com a aprovação do EOM, a Assembleia Legislativa de Macau, o orgão legislador da cidade, sofreu grandes remodelações. É responsável de fazer leis e tem o poder de questionar, travar e julgar o Governador, e após a transferência (1999), o Chefe do Executivo.” ( in Wikipedia)http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Macau
A China como pais comunista antes da transferência de Macau, e também de Hong Kong, alterou algumas das suas características politicas para se aproximar mais do sistema capitalista destes dois países. Adoptou inclusive o slogan “1 país 2 sistemas”, para que “algumas regiões chinesas, incluindo Macau, possuam uma grande autonomia e continuidade do seu modo de vida, estando apenas limitadas no que se refere às suas relações exteriores e à defesa, situação idêntica, de resto, à que tinham aquando da administração portuguesa” (in. Wikipédia).
A China foi quem rejeitou a transferência imediata, pedindo que esta fosse feita gradual e harmoniosamente entre Portugal e China. Durante as negociações Macau redefiniu-se como território chinês sob administração portuguesa. O documento "Declaração Conjunta Sino-Portuguesa sobre a Questão de Macau", assinado no dia 13 de Abril de 1987, tem enumerados compromissos entre os dois países para Macau, entre os quais a garantia de uma grande autonomia futura e a conservação das especificidades da RAEM durante 50 anos.
Durante os anos de transacção ocorreram muitas reformas. Reestruturou-se o sistema político-administrativo de Macau. A Guarnição Militar Portuguesa retirou-se de Macau em 1975. Em 1976 surge o Estatuto Orgânico de Macau, um novo modelo político, em oposição ao modelo colonial, centrado no Governador. “Nesse mesmo ano, em consequência com a aprovação do EOM, a Assembleia Legislativa de Macau, o orgão legislador da cidade, sofreu grandes remodelações. É responsável de fazer leis e tem o poder de questionar, travar e julgar o Governador, e após a transferência (1999), o Chefe do Executivo.” ( in Wikipedia)http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_de_Macau
A China como pais comunista antes da transferência de Macau, e também de Hong Kong, alterou algumas das suas características politicas para se aproximar mais do sistema capitalista destes dois países. Adoptou inclusive o slogan “1 país 2 sistemas”, para que “algumas regiões chinesas, incluindo Macau, possuam uma grande autonomia e continuidade do seu modo de vida, estando apenas limitadas no que se refere às suas relações exteriores e à defesa, situação idêntica, de resto, à que tinham aquando da administração portuguesa” (in. Wikipédia).

As citações devem ser feitas como em qualquer trabalho jornalístico. Os artigos também devem ter leads.
ResponderEliminarSerá que não há mais fontes sobre o assunto para além da Wikipédia? Variar e confirmar fontes é um aspecto muito importante.
Inês Amaral